Paulo Amoreira

 

Há mais de 35 anos atua profissionalmente produzindo conteúdos artísticos e comerciais para múltiplas mídias. Trabalhou durante 15 anos em Agências publicitárias. Estudou Cinema e Dramaturgia no Instituto Dragão do Mar de Arte e Indústria Cultural. É Educador, Fotógrafo, Designer e Artista Transmidiático. Foi Coordenador Técnico de Cultura Digital do Centro Urbano de Arte, Ciência e Esporte - CUCA Barra. Entre outros trabalhos, criou a vídeo-áudio instalação “Solitaire” (parceria com Uirá dos Reis e Vitória Bermajo, 2006); a vídeo-instalação “Dançar com a Luz” (V Bienal Internacional de Dança do Ceará, 2005); a vídeo-instalação “Quando eu te disser das coisas minhas” (Alpendre, 2004); fez o storybord do curta  “Rifa-me” (de Karin Aïnouz, 2005); criou o roteiro, storybord e dirigiu o curta “Até que AMORte não separe” (2000) e os vídeos “Mídia Tática” (2003), "Trovoada" (2015), "Pulsão" (2016) "Seixo" (2016), "Solitaire"  (2016) e “Sonhário” (2019)., adaptou a peça “A Farsa do Mestre Panthelin” (2002); ilustrou o conto de Moreira Campos “Dizem que os Cães Veem Coisas” (1995). É Chief Experience Officer, Creative Director e Transmedia Director da empresa MALEMOLÊNCIA – narrativas criativas, voltada para comunicação integrada, produções transmidiáticas e projetos criativos. Tem experiência na Elaboração de Projetos para Formação e Produção Audiovisual; Realização Audiovisual – Roteiro, Produção e Direção; Curadoria de Mostras e Festivais; Produção de Eventos de Formação; Coordenação Pedagógica e Elaboração de Projetos Pedagógicos. Atuou ainda como consultor e avaliador de projetos culturais para instituições públicas e privadas, tais como Ministério da Cultura, Secretaria de Cultura do Ceará, Secretaria de Cultura de Fortaleza, Petrobras e Itaú Cultural.

É graduado em Produção Multimídia pela Universidade do Sul de Santa Catarina - UNISUL.

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